Internet supera popularidade da TV na Europa
Redação Portal IMPRENSA
A internet desbancou a televisão no que diz respeito ao uso pelos jovens na Europa. Esta é uma das conclusões de uma recente pesquisa realizada pela Associação Européia de Publicidade Interativa (EIAA, na sigla em inglês), divulgada pelo jornal The Guardian.
Segundo os resultados, 82% dos jovens de 16 a 24 anos acessa a internet entre cinco e sete dias por semana. Ao mesmo tempo, apenas 77% das pessoas nesta faixa etária assistem televisão com a mesma regularidade. Se comparado ao resultado do ano passado, houve uma queda de 5%.
A pesquisa revelou, ainda, que a os jovens europeus passam 12 horas online a cada semana, uma hora a mais que no ano passado. Os italianos são os que mais acessam a internet, com média 13,6 horas, seguidos por suecos e franceses. Os holandeses são os que menos acessam, com média de 9,8 horas.
Na Europa existem 169 milhões de internautas, sendo que 80% fazem uso de conexão banda larga.
A pesquisa da EIAA ouviu mais de 7 mil pessoas, espalhadas por 10 países europeus. Para ler mais sobre os resultados, em inglês, clique aqui.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
sábado, 27 de outubro de 2007
Jogo dos 7 erros
O vídeo do Lada está sendo disseminado recentemente pela rede. Já recebi indicações por e-mail, vi em programas de televisão e todos ficam realmente impressionados. Como é possível!?!?! [estalo] Lembrou-me o vídeo do Ronaldinho e as bolas na trave.
Que ambos são montagens muito bem feitas não há dúvidas. Olhe com atenção. O segundo, como se sabe, é um case de marketing viral muito bem planejado para a Nike. E o primeiro? Será que é algo similar? E se for, quem estaria por trás? Parece-me uma propaganda do Playstation, Xbox ou algo do tipo...
O que te parece?
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Copyrights
Postado em http://www.cultura.gov.br/blogs/diversidade_cultural/?p=75
“O copyright já foi uma maneira de garantir uma renda decente aos artistas. Além de nos perguntarmos se ele realmente funcionou nesse sentido – a maioria dos artistas nunca receberam um centavo do sistema de copyright – temos de admitir que ele serve a um propósito completamente diferente no mundo contemporâneo. O copyright agora é a ferramenta usada pelas indústrias editoriais e de cinema, imagem e música para controlar seus mercados.
Essas indústrias decidem se os materiais sobre os quais elas passaram a mão devem ou não ser usados por outros. E se elas permitirem o uso, decidem as condições e o preço. As legislações européia e americana estendem esse privilégio para nada menos que 70 anos após a o falecimento do autor original. Quais as conseqüências? A privatização de uma parcela cada vez maior das nossas expressões culturais, por que é precisamente isso que o copyright faz. Nosso direito democrático à liberdade de trocas culturais e artísticas está sendo levado embora aos poucos, mas veementemente.”
Joost Smiers
“O copyright já foi uma maneira de garantir uma renda decente aos artistas. Além de nos perguntarmos se ele realmente funcionou nesse sentido – a maioria dos artistas nunca receberam um centavo do sistema de copyright – temos de admitir que ele serve a um propósito completamente diferente no mundo contemporâneo. O copyright agora é a ferramenta usada pelas indústrias editoriais e de cinema, imagem e música para controlar seus mercados.
Essas indústrias decidem se os materiais sobre os quais elas passaram a mão devem ou não ser usados por outros. E se elas permitirem o uso, decidem as condições e o preço. As legislações européia e americana estendem esse privilégio para nada menos que 70 anos após a o falecimento do autor original. Quais as conseqüências? A privatização de uma parcela cada vez maior das nossas expressões culturais, por que é precisamente isso que o copyright faz. Nosso direito democrático à liberdade de trocas culturais e artísticas está sendo levado embora aos poucos, mas veementemente.”
Joost Smiers
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
FILE 2007
Quem ainda não foi ao FILE 2007, lá na galeria do SESI, deveria se apressar. O Festival termina no dia 9 de setembro e é uma das principais referências das discussões e debates sobre o 'mundo eletrônico'.
Quando vou ao FILE eu sempre procuro por alguns assuntos específicos. Um dos que mais me interessam são aqueles que trabalham com instalações em rede, onde a interação que está acontecendo comigo, também acontece com outrem em algum outro lugar.
The ball in the hole, de Silvano Gallani e Eleonora Oreggia, é um exemplo. Você fica em frente a uma projeção de uma pessoa em algum outro lugar — no caso ela esta do outro lado da parede. Essa pessoa, por outro lado, vê a sua imagem. Com o uso de uma bola que solta umas luzes malucas e podem ser encontradas na 25 de março — no link a bola é bem mais bacana —, você vai apagando a imagem da pessoa e por trás vai aparecendo a sua. Uma câmera capta os movimentos desta bola e apaga no local correspondente na imagem.
Outra coisa que procuro são aqueles que tem um trabalho de interface diferenciado. Um trabalho que gostei muito foi o Alexitimia, de Paula Gaetano Adi. Muito bom. Este só posso explicar melhor em sala de aula pois requer alguns pré-requisitos.
O mais fantástico, e qualquer músico passaria horas manipulando aquela interface maluca, é o Reactable — veja o link. É simplesmente genial. Para quem acompanha o desenvolvimento de interfaces para se trabalhar com música não chega a ser algo surpreendente, mas continua genial. É um aparato usado para manipularmos um conteúdo digital, assim como o teclado, o mouse, um controle de videogame, um controle remoto, e por aí vai. Simplificando há um software que 'lê' a movimentação das peças na mesa e atua em conjunto com outro software que reproduz o som. Imagino que seria possível com mouse e teclado para fazer algo similar, mas para quem já jogou com o do Wii, ou para quem joga videogames com esses outros consoles, sabem que o resultado é bem mais interessante que o do teclado. Enfim, manipular sons com a interface do Reactable é genial. Vedete do FILE 2007. O problema é que é simplesmente impossível criar algo com 300 pessoas em volta colocando aleatoriamente as peças e gerando uma sinfonia nada agradável. A microsoft está tentando algo neste sentido. Não sei julgar, mas tem cara de Office... Microsoft Surface. Tinha gente mexendo com isso em 2001. Data Tiles, de Jun Rekimoto. Vejam outro post deste blog
Por fim, outro que curti é um chamado Alter Ego, de Alexa Wright. Um software gera uma imagem do seu rosto e a coloca em um avatar. Uma versão minha digitalizada, fantástico. Depois, ainda, o avatar fica tentando imitar os seus movimentos.
Bom, tem muito mais coisa no FILE 2007.
Tem de ir, interagir e depois discutir.
Quando vou ao FILE eu sempre procuro por alguns assuntos específicos. Um dos que mais me interessam são aqueles que trabalham com instalações em rede, onde a interação que está acontecendo comigo, também acontece com outrem em algum outro lugar.
The ball in the hole, de Silvano Gallani e Eleonora Oreggia, é um exemplo. Você fica em frente a uma projeção de uma pessoa em algum outro lugar — no caso ela esta do outro lado da parede. Essa pessoa, por outro lado, vê a sua imagem. Com o uso de uma bola que solta umas luzes malucas e podem ser encontradas na 25 de março — no link a bola é bem mais bacana —, você vai apagando a imagem da pessoa e por trás vai aparecendo a sua. Uma câmera capta os movimentos desta bola e apaga no local correspondente na imagem.
Outra coisa que procuro são aqueles que tem um trabalho de interface diferenciado. Um trabalho que gostei muito foi o Alexitimia, de Paula Gaetano Adi. Muito bom. Este só posso explicar melhor em sala de aula pois requer alguns pré-requisitos.
O mais fantástico, e qualquer músico passaria horas manipulando aquela interface maluca, é o Reactable — veja o link. É simplesmente genial. Para quem acompanha o desenvolvimento de interfaces para se trabalhar com música não chega a ser algo surpreendente, mas continua genial. É um aparato usado para manipularmos um conteúdo digital, assim como o teclado, o mouse, um controle de videogame, um controle remoto, e por aí vai. Simplificando há um software que 'lê' a movimentação das peças na mesa e atua em conjunto com outro software que reproduz o som. Imagino que seria possível com mouse e teclado para fazer algo similar, mas para quem já jogou com o do Wii, ou para quem joga videogames com esses outros consoles, sabem que o resultado é bem mais interessante que o do teclado. Enfim, manipular sons com a interface do Reactable é genial. Vedete do FILE 2007. O problema é que é simplesmente impossível criar algo com 300 pessoas em volta colocando aleatoriamente as peças e gerando uma sinfonia nada agradável. A microsoft está tentando algo neste sentido. Não sei julgar, mas tem cara de Office... Microsoft Surface. Tinha gente mexendo com isso em 2001. Data Tiles, de Jun Rekimoto. Vejam outro post deste blog
Por fim, outro que curti é um chamado Alter Ego, de Alexa Wright. Um software gera uma imagem do seu rosto e a coloca em um avatar. Uma versão minha digitalizada, fantástico. Depois, ainda, o avatar fica tentando imitar os seus movimentos.
Bom, tem muito mais coisa no FILE 2007.
Tem de ir, interagir e depois discutir.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
De catalizadores à limitadores
A partir da segunda metade da década de 1980 — e podemos estabelecer o lançamento do Macintosh, em 1984, como o marco desta fase — os computadores pessoais se espalharam pelo mundo. O que antes era uma máquina voltada aos programadores, engenheiros e àqueles que tinham conhecimento de informática, tornou-se, e graças em muito à interface gráfica — GUI —, uma ferramenta acessível a uma parcela bem maior da população mundial.
Com os computadores espalhados, a próxima etapa, que começou a aflorar em meados da década de 1990 — aproximadamente 10 anos depois —, foi conectá-los. A presença dos computadores, espalhados em diversos lares do mundo, foi um fator fundamental para a criação da rede mundial de computadores. Os computadores possibilitaram uma troca de informação em uma velocidade e em um nível ainda não experimentados. Diferente da comunicação da telefonia fixa e móvel.
Mais 10 anos se passaram e, nos dias atuais, os computadores, de catalizadores, estão se tornando limitadores.
Pois é, para entender melhor esta transformação, é necessário entender uma transformação anterior. Como coloca Manovich em seu livro The Language of New Media:
" No início da década [1990], o computador era amplamente compreendido como uma simulação de máquina de escrever, pincel ou régua para desenho, ou seja, uma ferramenta usada na produção de conteúdo cultural que, uma vez criado, seria armazenado e distribuído na mídia apropriada — página impressa, filmes, impressão fotográfica, gravação eletrônica. No fim da década, com o uso comum da internet, a imagem popular do computador não era mais apenas de uma ferramenta, mas também de uma máquina de mídia universal, que poderia ser usada não apenas para criar, mas para armazenar, distribuir e acessar todas as mídias"
Ou seja, o computador passou a incorporar a comunicação como uma de suas principais funções. Para mim, inclusive, utilizo a função de comunicação muito mais do que a de ferramenta — e olha que utilizo bastante como ferramenta.
E é aí que reside o problema. Quando a comunicação, no formato e potencial que o computador permite, é incorporada ao cotidiano, ter essa função fixa a um computador em uma mesa — desktop —, ligado através de um cabo de conexão com a internet, é um limitante. Acessar e-mail, verificar preço de produtos, acompanhar o noticiário, conversas com amigos, discussões de trabalho e outras várias atividades sociais não precisam e não devem estar limitados a um desktop, presos a uma sala, um quarto, um escritório.
Paralelamente, a telefonia móvel vem seguindo caminho contrário. O que antes era um aparelho utilizado para conversas remotas, agora cada vez mais tem funções computacionais, como citado por Howard Rheingold em seu livro Smart Mobs e em uma entrevista com Axel Meyer, chefe de design da Nokia mundial: "Em muitos casos o celular já substitui o PC".
Então, por um lado, temos uma ferramenta computacional ganhando status de aparelho comunicacional e, por outro lado, temos um aparelho comunicaional ganhando status de ferramenta computacional. O que vem por aí? Origami, NokiaN800?
Para mim é só a ponta do iceberg.
Mais informações sobre esta história e afins sobre interfaces digitais podem ser encontradas na minha dissertação Arquitetura de interface. Análise de formas de organização da informação na interação entre pessoas e códigos. Para entender um pouco mais sobre a velocidade das mudanças, leiam A corrida para o Século XXI, de Nicolau Sevcenko.
Com os computadores espalhados, a próxima etapa, que começou a aflorar em meados da década de 1990 — aproximadamente 10 anos depois —, foi conectá-los. A presença dos computadores, espalhados em diversos lares do mundo, foi um fator fundamental para a criação da rede mundial de computadores. Os computadores possibilitaram uma troca de informação em uma velocidade e em um nível ainda não experimentados. Diferente da comunicação da telefonia fixa e móvel.
Mais 10 anos se passaram e, nos dias atuais, os computadores, de catalizadores, estão se tornando limitadores.
Pois é, para entender melhor esta transformação, é necessário entender uma transformação anterior. Como coloca Manovich em seu livro The Language of New Media:
" No início da década [1990], o computador era amplamente compreendido como uma simulação de máquina de escrever, pincel ou régua para desenho, ou seja, uma ferramenta usada na produção de conteúdo cultural que, uma vez criado, seria armazenado e distribuído na mídia apropriada — página impressa, filmes, impressão fotográfica, gravação eletrônica. No fim da década, com o uso comum da internet, a imagem popular do computador não era mais apenas de uma ferramenta, mas também de uma máquina de mídia universal, que poderia ser usada não apenas para criar, mas para armazenar, distribuir e acessar todas as mídias"
Ou seja, o computador passou a incorporar a comunicação como uma de suas principais funções. Para mim, inclusive, utilizo a função de comunicação muito mais do que a de ferramenta — e olha que utilizo bastante como ferramenta.
E é aí que reside o problema. Quando a comunicação, no formato e potencial que o computador permite, é incorporada ao cotidiano, ter essa função fixa a um computador em uma mesa — desktop —, ligado através de um cabo de conexão com a internet, é um limitante. Acessar e-mail, verificar preço de produtos, acompanhar o noticiário, conversas com amigos, discussões de trabalho e outras várias atividades sociais não precisam e não devem estar limitados a um desktop, presos a uma sala, um quarto, um escritório.
Paralelamente, a telefonia móvel vem seguindo caminho contrário. O que antes era um aparelho utilizado para conversas remotas, agora cada vez mais tem funções computacionais, como citado por Howard Rheingold em seu livro Smart Mobs e em uma entrevista com Axel Meyer, chefe de design da Nokia mundial: "Em muitos casos o celular já substitui o PC".
Então, por um lado, temos uma ferramenta computacional ganhando status de aparelho comunicacional e, por outro lado, temos um aparelho comunicaional ganhando status de ferramenta computacional. O que vem por aí? Origami, NokiaN800?
Para mim é só a ponta do iceberg.
Mais informações sobre esta história e afins sobre interfaces digitais podem ser encontradas na minha dissertação Arquitetura de interface. Análise de formas de organização da informação na interação entre pessoas e códigos. Para entender um pouco mais sobre a velocidade das mudanças, leiam A corrida para o Século XXI, de Nicolau Sevcenko.
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Data de entrega do trabalho
Entregar o trabalho final em arquivo digital para o Biagio ou impresso na didática até o dia 22 de junho.
Se tiverem alguma dúvida me escrevam e, por favor, avisem seus colegas da data.
Bom trabalho
obs. não esqueçam que, além do conteúdo, é importante uma boa apresentação.
Se tiverem alguma dúvida me escrevam e, por favor, avisem seus colegas da data.
Bom trabalho
obs. não esqueçam que, além do conteúdo, é importante uma boa apresentação.
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Trabalho Final
Caros,
Para nosso trabalho final vocês terão de conhecer um pouco melhor sobre o Flickr. http://www.flickr.com/ Pra quem não conhece, é um sistema que organiza e distribui imagens. Uma evolução do fotolog.
O que teremos de fazer para o trabalho final será propor um novo organizador e compartilhador de imagens usando o Flickr como referência e utilizaremos, também, as reflexões provindas de nossas discussões em aula. Não iremos desenhá-lo pelo momento — este será o trabalho do 2o semestre. Por agora, o objeto final do trabalho será um documento escrito, desenhado, rabiscado — o que vocês acharem relevante para argumentar o projeto.
O que será cobrado deste projeto?
Primeiro a compreensão de como funciona o Flickr e a capacidade para critícá-lo. Para isso vocês terão de fuçar mesmo a ferramenta.
Segundo, que vocês discutam as funcionalidades e características do projeto segundo os tópicos abordados em aula durante o curso. Por exemplo, como a questão da autoria se revela no Flickr e no seu projeto, qual a influência da tradição do impresso e do cinema? Como é utilizado o potencial da linguagem digital? Como ocorre a indexação da informação, sua organização e seu compartilhamento? O sistema tem uma busca inteligente? Como que a ferramenta gera e mantém informações coletivas? E assim por diante...
O mínimo que vocês podem fazer é propor um sistema igual ao Flickr e fazer uma análise dos pontos discutidos — o primeiro post do blog também é elucidativo para isso. O que me interessa é a argumentação de vocês. Óbvio, também, que quem for além do Flickr terá uma avaliação diferenciada.
Vocês podem formar grupos de 3, 2 ou trabalharem sozinhos.
Agora, não se esqueçam que no semestre que vem colocaremos em prática este projeto, portanto, não adianta criar um projeto não realizável. No segundo semestre, entretanto, quem fez um projeto sozinho e queria se associar a um grupo de 2 pessoas ou a outra pessoa sozinha, basta escolher um dos projetos realizados dos membros e tudo certo.
Mais dúvidas discutiremos em sala de aula.
Para nosso trabalho final vocês terão de conhecer um pouco melhor sobre o Flickr. http://www.flickr.com/ Pra quem não conhece, é um sistema que organiza e distribui imagens. Uma evolução do fotolog.
O que teremos de fazer para o trabalho final será propor um novo organizador e compartilhador de imagens usando o Flickr como referência e utilizaremos, também, as reflexões provindas de nossas discussões em aula. Não iremos desenhá-lo pelo momento — este será o trabalho do 2o semestre. Por agora, o objeto final do trabalho será um documento escrito, desenhado, rabiscado — o que vocês acharem relevante para argumentar o projeto.
O que será cobrado deste projeto?
Primeiro a compreensão de como funciona o Flickr e a capacidade para critícá-lo. Para isso vocês terão de fuçar mesmo a ferramenta.
Segundo, que vocês discutam as funcionalidades e características do projeto segundo os tópicos abordados em aula durante o curso. Por exemplo, como a questão da autoria se revela no Flickr e no seu projeto, qual a influência da tradição do impresso e do cinema? Como é utilizado o potencial da linguagem digital? Como ocorre a indexação da informação, sua organização e seu compartilhamento? O sistema tem uma busca inteligente? Como que a ferramenta gera e mantém informações coletivas? E assim por diante...
O mínimo que vocês podem fazer é propor um sistema igual ao Flickr e fazer uma análise dos pontos discutidos — o primeiro post do blog também é elucidativo para isso. O que me interessa é a argumentação de vocês. Óbvio, também, que quem for além do Flickr terá uma avaliação diferenciada.
Vocês podem formar grupos de 3, 2 ou trabalharem sozinhos.
Agora, não se esqueçam que no semestre que vem colocaremos em prática este projeto, portanto, não adianta criar um projeto não realizável. No segundo semestre, entretanto, quem fez um projeto sozinho e queria se associar a um grupo de 2 pessoas ou a outra pessoa sozinha, basta escolher um dos projetos realizados dos membros e tudo certo.
Mais dúvidas discutiremos em sala de aula.
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